Orgulho e Preconceito

“Em vão tenho lutado comigo mesmo, mas nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos; preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente”

Séries

O Divaneandoo mostrará algumas de minhas séries prediletas.

Músicas

Saiba minhas preferências musicais aqui no Divaneandoo.

Doramas

Fique por dentro das melhores séries asiáticas aqui no blog. You're Beautiful é e sempre será um dos meus queridinhos!

The King 2 Hearts

Um dos melhores doramas de 2012. Unindo romance, ação, suspense, comédia e drama numa história emocionante envolvendo uma monarquia coreana moderna em busca da unificação das Coréias.

Ojakgyo Brothers

Esse drama me cativou desde os primeiros episódios pela simplicidade da história e pelos inúmeros personagens pra lá de reais e apaixonantes. Confira a resenha aqui no blog.

Filmes de Bollywood

Não perca também as resenhas de filmes indianos aqui no Divaneandoo.

Séries Britânicas

BREVE resenhas de séries britânicas. North and South é uma das melhores e mais queridas! Minha predileta!

Animes

Aqui no blog você encontra resenhas de animes também.

Running Man

Running Man é um dos programas de variedades mais bem sucedidos na Coréia e aqui no blog você encontra resenhas de episódios. Garantia de risadas!

sábado, 28 de maio de 2016

Série: The Catch [1ª Temporada]

Hoje venho comentar rapidinho sobre uma das mais recentes séries da Shondaland. Não tive ainda coragem de falar sobre aqui no blog, mas uma das minhas séries ocidentais preferidas da vida é sem dúvida Grey’s Anatomy, e por mais que Shonda Rhimes seja impiedosa matando personagens e levando, muitas vezes, o telespectador ao desespero, ainda assim não deixo de admirar essa mulher talentosa e sempre fico curiosa por seus trabalhos! Uma das minhas metas é ainda conseguir estar atualizada em todas as séries da produtora. Desde que vi a sinopse de The Catch fiquei interessada e aguardei com alguma ansiedade pela estreia da série; trago então hoje post rápido sobre a primeira temporada finalizada recentemente.
 Título: The Catch
Gênero: Mistério, Drama criminal, Thriller
Emissora: ABC
Produção: Shondaland, ABC Studios
Temporada: 1
Total de episódios: 10
Início de transmissão: 24 de março de 2016
País de Origem: EUA

The Catch gira em torno da bem sucedida Alice Vaughan (Mireille Enos) que junto com sua amiga e sócia comanda um escritório de investigação particular, especializado em desvendar fraudes e golpes. Sua vida vira do avesso quando descobre que, por sua vez, foi vítima de um golpe. E de ninguém mesmo que seu então noivo - Benjamin Jones (Peter Krause)! 
O qual rouba seu dinheiro e informações sigilosas e importantes da sua firma, colocando tudo a perder. Começa então uma busca desenfreada pelo paradeiro dele e pela recuperação dos prejuízos causados pelo golpe. 
Alice até tenta continuar tendo uma vida normal, mas não consegue. Fica obcecada em descobrir tudo sobre Benjamin para tentar entender se tudo não passou mesmo de uma farsa. Será que não havia nenhum sentimento mesmo dele por ela? O que o levou a escolher justamente ela como vítima?

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Six Flying Dragons (K-Drama)

Ser blogueira do tipo que se compromete a resenhar todos os dramas que se assiste não é fácil, e por vezes me pego com vontade de deixar de escrever sobre alguns, por N motivos. Seja porque não gostei de quase nada do drama e até escrever sobre é chato, ou por ser um drama que todos caíram de amores e eu não, ou por ter surtado tanto com o drama e não conseguir encontrar um equilíbrio na resenha. Ou, como no caso de hoje, por ter finalizado um drama praticamente impecável e não saber então nem como começar a resenha. Six Flying Dragons é um sageuk (drama épico) imperdível para todos os fãs do gênero - atuações, produção e roteiro absolutamente maravilhosos. E espero conseguir colocar em palavras pelo menos um pouco do que senti acompanhando o drama.
Título: 육룡이 나르샤 / Yukryongi Nareushya/ Six Flying Dragons
Conhecido também como: Roots Of The Throne
Gênero: Épico, política, ação
Total de episódios: 50
Emissora: SBS
Período de transmissão: 05 de outubro de 2015 à 22 de março de 2016
Direção: Shin Kyung Soo, Lee Jung Heum
Roteiro: Kim Young Hyun, Park Sang Yun


- Enredo baseado em fatos reais
A história contada em Six Flying Dragons tem personagens que realmente existiram na vida real. Trata-se da transição da Dinastia Goreyo para a Era Joseon que ocorreu em 1392. Já assisti dramas das duas épocas, porém nunca tinha pensado sobre como ocorreu essa mudança, e Six Flying Dragons é exatamente sobre as pessoas responsáveis pela criação do novo país.
Goreyo enfrentava muitas dificuldades, seja pelas constantes ameaças de piratas japoneses, pelas imposições da Dinastia Ming (China) ao país, pelos políticos corruptos que pouco faziam para ajudar seu próprio povo e priorizavam seus próprios interesses. Enfim, havia uma disparidade enorme entre as classes sociais no país e a realeza pouco fazia para mudar a situação. Diante disso, um certo erudito elabora todo um plano de ação para a criação de um novo país baseado nas ideologias antigas de Confúcio, contrariando fortemente os pensamentos dos políticos da época. Aos poucos, mais pessoas começam a aliar-se à causa, um grupo representado por todas as classes sociais da sociedade é formado e o plano tem início.
Gosto demais de ver séries, dramas e filmes baseados em fatos reais, e Six Flying Dragons realmente capturou toda minha atenção para o momento histórico da Coreia. Quando percebia, lá estava eu entre um episódio e outro, pesquisando mais sobre o período, embora tenha deixado para pesquisar mesmo a fundo quando já estava no final do drama, para assim, não tomar tantos spoilers. O interessante é que desde o princípio o drama já deixa claro que fulano será rei, sicrano será o melhor guerreiro, beltrano o melhor espadachim, fulana a rainha... Mesmo porque, vários personagens devem estar nos livros de História do país. Não tinha como tentar esconder o que iram se tornar. Contudo, confesso para vocês, e acredito, que boa parte dos telespectadores, também sentiu isso: ainda assim fiquei muito aflita do começo ao fim, pois em vários momentos dá para duvidar que estes personagens realmente iriam conseguir!

sábado, 21 de maio de 2016

Livro: Whitney, meu amor [Dinastia Westmoreland #02]

Desde quando comecei a ler Judith McNaught e procurado mais sobre seus livros, ouço falar de Whitney, meu amor, e há algum tempo finalmente tive oportunidade de lê-lo. Trago hoje então resenha de um dos livros mais conhecidos e também, polêmicos da autora.
A história é sobre Whitney Stone, uma ruiva totalmente fora do padrão das moças inglesas convencionais da época. Seu grande sonho e praticamente único objetivo na vida é casar-se com Paul Sevarin, um cavaleiro mais velho e disputado por várias mocinhas casadouras da região. Cansado dos arroubos e escândalos da filha que geram fofocas em toda a vizinhança, o pai de Whitney a envia para Paris, onde deveria então adquirir mais juízo e aprender a se comportar como uma verdadeira dama. É claro que Whitney odiou o plano, mas sem alternativas, resigna-se na esperança de o mais rápido possível voltar à Inglaterra e conquistar de vez Paul.

Porém, nesse ínterim conhece Nicholas Du Ville, o qual logo se encanta por ela e vira então companhia constante da moça que aos poucos atrai a atenção da sociedade em Paris por sua beleza e espiritualidade. Muitos rapazes começam a cortejá-la, mas seu fiel "amigo" acaba sempre achando defeitos em todos. E nisso, aparece um terceiro mocinho na história. Notem, que até agora Whitney já tem dois fortes pretendentes, Paul e Nicholas. Um homem misterioso a aborda num dos bailes de máscaras em Paris e desde então sua vida nunca mais seria a mesma. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Marriage Contract (K-Drama)

Sabe quando você começa um drama e logo percebe que ele é bem diferente do que imaginou? Pois bem, foi o que me aconteceu com Marriage Contract, mas contrariando minhas expectativas acabei amando o drama que é até o momento uns dos que mais me cativou esse ano.
Título: 결혼계약 / Gyeolhongyeyak / Marriage Contract
Conhecido também como: Wife of 100 Days / Hundred-Day Wife
Gênero: Melodrama
Total de episódios: 16
Emissora: MBC
Período de transmissão: 05 de março à 24 de abril de 2016
Direção: Kim Jin Man
Roteiro: Jung Yoo Kyung

- Enredo interessante
Comecei o drama só pelo título, achando que seria uma comédia romântica clichê e qual não foi minha surpresa quando logo nos primeiros episódios me dou conta que na verdade tratava-se de um melodrama. E bem vocês sabem, não é o gênero preferido da blogueira que vos fala. Antes de ver qualquer melodrama costumo me preparar psicologicamente, pois acho sempre difícil aguentar o ritmo de histórias mais tristes e sofríveis.
Porém, Marriage Contract conquistou-me desde o começo com seus personagens interessantes e seu enredo diferente ainda que com certos clichês indispensáveis para qualquer drama asiático. A história é sobre Kang Hye Soo (UEE), uma viúva que vive fugindo dos agiotas por conta de dívidas que seu marido deixou. Tendo que cuidar sozinha de uma filha de sete anos, Hye Soo não mede esforços e trabalha sem parar. Sua vida muda quando começa a trabalhar no restaurante Promise, onde acaba assinando um contrato de casamento com o patrão, garantindo não só o pagamento de suas dívidas, como segurança financeira para sua filha durante anos, o que era tudo que ela mais queria.
O restaurante é dirigido por Han Ji Hoon (Lee Seo Jin), filho “bastardo” do presidente de um conglomerado. Apesar de ter sido criado desde criança pelo pai, Ji Hoon sempre manteve uma boa relação com sua mãe (a amante). E quando descobre que a vida dela corre risco de vida e só um transplante de órgão poderia lhe salvar, tem a ideia de casar-se por contrato onde então sua esposa se comprometeria a ser a doadora para sua mãe. E nisso entra Kang Hye Soo que após alguns desdobramentos (que me recuso a detalhar para evitar mais spoilers), assina o contrato. E daí vocês já viram né?! Kang Hye Soo e Han Ji Hoon vão ficando mais próximos, a princípio para manter a fachada de casados, mas aos poucos, os sentimentos um pelo outro crescem. Porém nada é fácil em Marriage Contract: complicações e muitos problemas surgem na história, ameaçando não só a união verdadeira do casal como também até a vida de pelo menos um deles.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Just You (Tw-Drama)

Depois de anos, finalmente volto a ver drama taiwanês e nada melhor que um incentivo como Aaron Yan para ganhar novamente gosto pela coisa. Trago hoje então resenha de Just You, e acredito que eu era uma das poucas blogueiras doramáticas que ainda não o tinha resenhado. Espero que confiram o post, onde apontarei o que mais e menos gostei no drama.

 Título: Just You, 就是要你愛上我
Gênero: Comédia romântica
Emissora: SETTV
Período de transmissão: 21 de junho à 08 de novembro de 2013
Total de episódios: 21
Roteiro: Zhang Qi En, Li Jie Yu
Direção: Guo Chun Hui 

O que amei em Just You:

- Enredo leve e simples
Just You segue bem a linha de comédias românticas taiwanesas. Temos Qi Yi (Aaron Yan), um jovem CEO pomposo que ao chegar em sua nova casa, depara-se com Cheng Liang Liang (Puff Kuo), que por sua vez, morava de aluguel no local e se recusa a ir embora. Pra variar, Liang Liang depois descobre que Qi Yi é seu novo chefe na empresa onde trabalha, aonde já chega estipulando uma proibição de namoro entre os funcionários. Inconformados com a regra, as amigas de Liang Liang bolam um plano para vingar-se do chefe: Liang Liang o faria apaixonar-se por ela. 
E assim, aos poucos com seu jeitinho irreverente, animado, ingênuo e desastrado ela vai quebrantando o coração duro de Qi Yi e ao mesmo tempo, ela mesma passa a ter afeição por ele e adivinhem?! Logo se descobre apaixonada por ele e a incerteza se é ou será retribuída, começa. Isso e mais o "obstáculo" da regra de proibição de namoros na empresa. Aliás, esta proibição acaba é atiçando ainda mais os funcionários, e vários casais começam a se formar. A história então gira em torno dos casais e de alguns mal entendidos do passado, principalmente envolvendo o Qi Yi, que vem à tona em determinado momento.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Just The Way You Are (Filme Filipino)

E eis eu aqui para comentar sobre meu sexto filme filipino, Just The Way You Are, o qual ganhou minha atenção depois de eu ver o trailer e a sinopse lembrar-me muito de um filme americano teen que gosto bastante. Espero que continuem conferindo o post (que será curtinho!) e deixem seus comentários ao final.
 Título: Just The Way You Are
Roteiro: Maan Dimaculangan-Fampulme, Ceres Helga Barrios
Direção: Theodore Boborol
Produção: Malou Santos
Companhia de Produção: ABS-CBN Film Productions, Inc.
Distribuição: Star Cinema
Data de estreia: 17 de junho de 2015
País de Origem: Filipinas
Idioma: Filipino, Inglês

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Série: The Royals

Descobri a série sem querer ao pesquisar sobre um documentário de mesmo nome que aborda o fenômeno da família real britânica. A série trata-se de uma realeza inglesa fictícia e apesar de não ter colocado muita fé no começo, me vi devorando os episódios e não poderia deixar de vir comentar sobre aqui no blog.

- A temática 
Não sei se vocês sabem, mas um dos temas que mais gosto de acompanhar em séries, dramas, filmes, livros e afins, é realeza, principalmente, a britânica. Quando soube da série, fiquei até impressionada por ainda não ter ouvido falar sobre. The Royals é a primeira série do canal americano E! e nos traz uma família real moderna fictícia que em meio a escândalos, segredos, traições e disputa pelo poder, enfrenta a ameaça de uma possível abolição da monarquia. A história é baseada em Hamlet de Shakespeare, e pra ser sincera, li a obra há “séculos”, assim não sou capaz de comentar se a adaptação está sendo fiel nesse sentido ou não. De qualquer forma, a série veio muito bem a calhar pra mim, já que eu estava exatamente em busca de algo do gênero: realeza na era moderna.
Meu maior problema com a série foi me desligar um pouco da atual família real britânica, no sentido, de parar de comparar os personagens da série com os atuais monarcas. Achei a série, principalmente no começo, muito americanizada, vamos dizer assim. Não sei explicar ao certo, porém senti falta de mais classe, mais pompa e mais refinamento. Lógico que por baixo da imagem perfeita que a família real tenta passar, há muitos escândalos e quebras de protocolo, e bem, os tabloides e inúmeras biografias estão aí para provar exatamente isso. Sei que não são perfeitos, mas fiquei um pouco decepcionada com o jeito um tanto quanto “largado” e descompromissado que alguns personagens da série em relação aos seus deveres com a monarquia. Senti falta então de uma maior seriedade no sentido. A série parecia teen demais, cheia de clichês adolescentes que já vimos centenas de vezes em tantos outros seriados americanos. Porém depois de alguns episódios, a trama melhora consideravelmente e alguns temas mais sérios tem espaço.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Ugly Duckling - Perfect Match (Thai-Drama)

Depois de ver Wanna Be Sup'Tar e me apaixonar pelo tal de Put Puttichai, decidi ver um dos dramas dele que vocês mais me recomendaram e OMG, só fiquei ainda mais gamada na criatura. E não poderia deixar de vir comentar sobre no blog sobre os motivos que me fizeram amar mais um drama do ator: 
Título: Ugly Duckling - Perfect Match
Gênero: Comedia Romântica 
Emissora: GMMTV
Período de Transmissão: 17 de maio à 12 de julho de 2015
Total de Episódios: 9
País de Origem: Tailândia

- Enredo leve
Ugly Duckling - Perfect Match é o primeiro de uma série de dramas (baseada em livro), onde cada um é com elenco diferente e histórias independentes. Perfect Match é sobre Junior/Joo (Worranit Thawonwong), uma moça riquinha um tanto quanto cabeça oca, que depois de um procedimento de beleza, acaba ficando com o rosto repleto de espinhas. Com isso, perde suas amizades e até seu namorado. Não suportando mais a situação, decide ir estudar numa província do interior onde há um médico especialista no tratamento do seu problema de acne. Nesse lugar, começa a frequentar uma faculdade e fazer novas amizades. Ninguém sabe que ela é na verdade uma garota rica, e nesse ínterim, conhece o lindo veterano P'Suea.
A história então é um tanto quanto clichê: garota feia apaixona-se por garoto bonito. Ela é rica, mas ele é pobre. O clima do drama é extremamente leve e bobinho. Não há grandes complicações e reviravoltas; não há melodrama. Os personagens são simples e os acontecimentos previsíveis. O ritmo é gostosinho e quando você menos espera já está terminando o nono e último episódio.

sábado, 16 de abril de 2016

Descendants Of The Sun (K-Drama)

O drama sensação do momento e provavelmente será o mais visto e comentado de 2016. Descendants Of The Sun desde a escolha dos atores, roteirista, pré-produção e divulgação prometia, e particularmente fiquei contando os dias para sua estreia. Temos a volta do querido Joong Ki aos dramas e a prestigiada Song Hye Kyo que só faz drama digno. Pois bem, acompanhei o drama semanalmente e trago hoje no post tanto o que mais amei nele, como o que menos gostei. 
Título: 태양의 후예 / Taeyangui Huye / Descendants Of The Sun
Gênero: Romance, Melodrama, Comedia
Total de episódios: 16 + 3 especiais
Emissora: KBS2
Período de Transmissão: 24 de fevereiro à 22 de abrilde 2016
Produção: Bae Kyung Soo, Ham Young Hoon, Yoo Jong Sun, Park Woo Ram 
Direção: Lee Eung Bok, Baek Sang Hoon
Roteiro: Kim Eun Sook e Kim Won Suk

O que não gostei tanto:

- Falta de adrenalina e tensão
O problema de criar muita expectativa por algo é que em 90% dos casos acabo decepcionada. Até tento não criar em relação a dramas, mas às vezes simplesmente não consigo. E com Descendants Of The Sun foi impossível não ficar ansiosa e crer que seria o drama coreano pelo qual clamava há anos. Pelos trailers parecia ser o tipo que eu mais surto – uma mescla perfeita de ação, thriller, aventura, drama, romance e comédia. Não sei exatamente o porquê, mas os vídeos de divulgação me lembraram de The King 2 Hearts. E OMG, vocês sabem o quanto AMEI e surtei loucuras com esse drama, pessoal do twitter volta e meia me veem ficar nostálgica por ele.
Gosto demais de dramas que me envolvam a ponto de ficar tensa e aflita junto com os personagens durante a história. Eu sofro bastante, mas adoro esse gênero! E erroneamente acreditei que o foco de Descendants Of The Sun fosse ser ação, suspense, thriller. Mas acabou por ser uma comedia romântica. Não sei ate que ponto o erro foi meu em criar muita expectativa no sentido ou pela própria divulgação. Claro que a história tem seus momentos tensos e claro que fiquei aflita nas várias vezes que os protagonistas arriscam a vida, mas foi aquém do que imaginei. Há cenas muito bem feitas de ação, lutas, explosões e tudo mais, porém a minha impressão é que o roteiro não sabia segurar esses ganchos de adrenalina. Os momentos tensos passavam rápidos demais, os problemas mal surgiam e já eram resolvidos. O vilão que tinha tudo para ser O VILÃO, mal aparecia e quando o fez, não causou o impacto esperado. Inclusive, os episódios 11 e 12 podiam muito bem ser o encerramento o drama; foram praticamente os melhores no sentido de adrenalina e tensão.
Está até parecendo que estou reclamando porque o drama não teve muito sofrimento, e de certa forma, é exatamente isso. Para quem não está muito acostumado com esse gênero, talvez tenha ficado satisfeito com Descendants Of The Sun. Mas já vi tantos dramas, até mais simples, mas que me envolveram bem mais nesse sentido de ficar nervosa e aflita, com medo de mortes e tragédias – que fiquei exigente no sentido. E novamente, o problema maior foi eu ter criado muita expectativa em relação a ser um drama thriller.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

I Wanna Be Sup’Tar (Thai-Drama)

Depois da sofrência de Remember, queria conferir algo mais leve e divertido, e decidi então ver um lakorn que há meses planejava. Descobri I Wanna Be Sup’Tar sem querer no Youtube ano passado e tive certeza que cairia de amores pelo drama, e não deu outra! 
Título: I Wanna Be Sup'Tar
Conhecido também como: Wannueng Jaa Pben Superstar, One Day I'll Be A Superstar
Gênero: Comédia Romântica
Emissora: GMMTV
Total de Episódios: 26
Período de transmissão: 03 de agosto à 27 de outubro de 2015


Motivos para amar I Wanna Be Sup’Tar

O drama é bem clichê e uma delícia de conferir, principalmente por unir temáticas que nunca cansam e ser uma junção praticamente perfeita de duas comédias românticas bem conhecidas. 
Full House porque o protagonista – Win Pakorn (Put Puttichai) compra a casa da mocinha - Wan Nueng (Gypso Ramita) -, mas depois de alguma insistência desta, ele a deixa morar na casa também. Win é um ator super famoso, outra semelhança com Full House e por conta de um escândalo sobre sua sexualidade ficou fora do país por cinco anos. E é aí que entra Personal Taste: a mocinha crê que Win é gay e, portanto não vê problemas em morar com o rapaz.

Imaginem então a quantidade de cenas clichês entre o casal? O roteiro de I Wanna Be Sup’Tar pode não ser o melhor do mundo, mas bato palmas pela maneira como souberam unir tão bem temas já batidos de uma maneira tão gostosa de assistir assim.